um pedaço de música que tenho ouvido nos últimos meses.
Juntei-os num só post porque me parece que têm algo em comum. Como não sou boa com 'labels', digo apenas que o que une estes três nome é seu som algo de retro-hollywoodesco, algo de glamoroso e ao mesmo tempo bizarro... belo e dramático... pomposo mas 'creepy'. Aqui vai:
A Anna Calvi apareceu-me no final do passado Inverno e teve o efeito 'wow' nos meus ouvidos. Apesar de ter andado a tocar em força por aí este Verão, ainda não a apanhei ao vivo. Mas a estima que tenho por ela é mútua, de certeza. Afinal, ela até tem uma música chamada Suzanne and I.
;
Lana Del Rey chamava-se Lizzy Grant, tocava em sítios pequenos e parecia-se com uma garota qualquer. Esta música, a Video Games apareceu-me num feed da editora dela. Ainda havia pouco que 'googlar' sobre ela, mas de repente é falada em inúmeros blogues, num misto de amor-ódio. A questão é simples: os hipsters da música alternativa adoram-na, a voz, o trágico das músicas, as letras à bad girl... mas ao mesmo tempo arreliam-se e espezinham-na por estar cheia de botox e colagénio nos lábios, apesar de ser bonita mesmo sem aquilo tudo. Pois colagénio não rima com hipster, e o misto emocional confunde e revolta os críticos. Ser alternativo, segundo eles, é ser verdadeiro. Logo, botox é imperdoável.
Na minha opinião - sinceramente - quero lá saber. Desde que não lhe afecte a voz, e as hormonas, por mim pode fazer o que quiser. De ressalvar ainda que os videos quem os faz é ela, e isso é mais um ponto a favor.
Timber Timbre. Ora tentem lá repetir sem se enganarem no sítio dos -r. Vi-os ao vivo, por acaso, a abrir para Jónsi, em Londres no ano passado. Lembro-me da sensação 'fogo-isto-é-muito-bom' e de fazer uma nota mental para os ouvir em casa com calma. E este ano há álbum novo. Anda em loop no ipod e a deixar-me cheia de vontade de os ver de novo, mas desta vez com a justiça de uma noite só para eles.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Só venho aqui deixar estas 3 maravilhas...
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Hawaiian PinUp Girl
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22:46
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Músicas que me apetece ouvir quando está a nevar (como hoje)
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Hawaiian PinUp Girl
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09:47
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Listen to what Bob Dylan has to say
(Note to self: acrescentar este poema a um hipotético guia de sobrevivência que um dia me lembre de escrever. Então o homem anda a cantar isto desde 1985 e eu ainda não aprendi a lição toda?!?!...)
Trust Yourself
Trust yourself
Trust yourself to do the things that only you know best
Trust yourself
Trust yourself to do what’s right and not be second-guessed
Don’t trust me to show you beauty
When beauty may only turn to rust
Trust yourself to do the things that only you know best
Trust yourself
Trust yourself to do what’s right and not be second-guessed
Don’t trust me to show you beauty
When beauty may only turn to rust
If you need somebody you can trust, trust yourself
Trust yourself
Trust yourself to know the way that will prove true in the end
Trust yourself
Trust yourself to find the path where there is no if and when
Don’t trust me to show you the truth
When the truth may only be ashes and dust
If you want somebody you can trust, trust yourself
Trust yourself to know the way that will prove true in the end
Trust yourself
Trust yourself to find the path where there is no if and when
Don’t trust me to show you the truth
When the truth may only be ashes and dust
If you want somebody you can trust, trust yourself
Well, you’re on your own, you always were
In a land of wolves and thieves
Don’t put your hope in ungodly man
Or be a slave to what somebody else believes
In a land of wolves and thieves
Don’t put your hope in ungodly man
Or be a slave to what somebody else believes
Trust yourself
And you won’t be disappointed when vain people let you down
And you won’t be disappointed when vain people let you down
Trust yourself
And look not for answers where no answers can be found
Don’t trust me to show you love
When my love may be only lust
If you want somebody you can trust, trust yourself
And look not for answers where no answers can be found
Don’t trust me to show you love
When my love may be only lust
If you want somebody you can trust, trust yourself
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Hawaiian PinUp Girl
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19:20
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cabeçada na parede,
musiquinha
Concertos e mais concertos
Toro y Moi @ Cardiff Arts Institute, 18/10/10 - que fresquinhos estes Toro y Moi e que simpáticos, em amena cavaqueira connosco no final, a perguntar coisas sobre Portugal, onde iriam tocar uns dias depois.
The Divine Comedy, an Evening with Neil Hannon @ The Gate Theatre, Cardiff, 08/11/10 - De chapéu de coco, malinha de executivo, fato, garrafa de vinho tinto na mão, chegou o senhor Neil Hannon. Um dia depois de completar 40 anos, vinha tão bem disposto que, ao piano ou guitarra, acabou por conseguir um dos melhores serões de segunda-feira de sempre. Tocou imensos êxitos dos Divine Comedy, alguns altamente improváveis. Aqui fica uma amostra, a Indie Disco, onde o público acompanhou brilhantemente com palmas e estalar de dedos.
LCD Soundsystem & Hot Chip - Cardiff International Arena, 12/11/10 - Foi a segunda vez que vi os LCD este ano, e é sempre ingrato comparar qualquer espectáculo com os concertos que se passam em Londres. Em Londres foram 2 horas de pândega, com efeitos especiais, balões gigantes a cair do céu... em Cardiff pareceu mais coisa para cumprir calendário, sem encore (não sei se isto se deve à banda ou ao recinto, já que fomos imediatamente corridos de lá...), o som também não foi a melhor coisa... É sempre bom ver os LCD eu eu adoro-os, mas foram dois concertos tão diferentes... Valeram, isso sim, os Hot Chip na primeira parte. Grande banda para se ver ao vivo. Foi um verdadeiro bailarico!!!
Houve até direito a música em conjunto entre os LCD e os Hot Chip, pela primeira vez tocada ao vivo. Mas na minha opinião a música nem é grande coisa...Ouçam lá:
The Divine Comedy, an Evening with Neil Hannon @ The Gate Theatre, Cardiff, 08/11/10 - De chapéu de coco, malinha de executivo, fato, garrafa de vinho tinto na mão, chegou o senhor Neil Hannon. Um dia depois de completar 40 anos, vinha tão bem disposto que, ao piano ou guitarra, acabou por conseguir um dos melhores serões de segunda-feira de sempre. Tocou imensos êxitos dos Divine Comedy, alguns altamente improváveis. Aqui fica uma amostra, a Indie Disco, onde o público acompanhou brilhantemente com palmas e estalar de dedos.
LCD Soundsystem & Hot Chip - Cardiff International Arena, 12/11/10 - Foi a segunda vez que vi os LCD este ano, e é sempre ingrato comparar qualquer espectáculo com os concertos que se passam em Londres. Em Londres foram 2 horas de pândega, com efeitos especiais, balões gigantes a cair do céu... em Cardiff pareceu mais coisa para cumprir calendário, sem encore (não sei se isto se deve à banda ou ao recinto, já que fomos imediatamente corridos de lá...), o som também não foi a melhor coisa... É sempre bom ver os LCD eu eu adoro-os, mas foram dois concertos tão diferentes... Valeram, isso sim, os Hot Chip na primeira parte. Grande banda para se ver ao vivo. Foi um verdadeiro bailarico!!!
Houve até direito a música em conjunto entre os LCD e os Hot Chip, pela primeira vez tocada ao vivo. Mas na minha opinião a música nem é grande coisa...Ouçam lá:
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12:45
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Ainda o Halloween
Este ano vesti-me de cadáver e andei a espalhar pó de talco no mundo dos vivos.
A Yellow Bird Project fez esta playlist maravilhosa que, para os sortudos que não estão em Portugal, pode ser ouvida assim já cozinhadinha no Spotify (sortudos por terem acesso ao Spotify, e não por estarem no estrangeiro). Para quem não consegue aceder ao programa, a lista está aqui.
A mim agradaram-me várias, mas digam lá que esta não vos põe os pelitos dos braços em pé.
A Yellow Bird Project fez esta playlist maravilhosa que, para os sortudos que não estão em Portugal, pode ser ouvida assim já cozinhadinha no Spotify (sortudos por terem acesso ao Spotify, e não por estarem no estrangeiro). Para quem não consegue aceder ao programa, a lista está aqui.
A mim agradaram-me várias, mas digam lá que esta não vos põe os pelitos dos braços em pé.
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14:45
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dica do dia,
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domingo, 19 de setembro de 2010
Wild Nothing

Tenho tanto para escrever. O blog teve umas férias de meses, e espero actualizar devagarinho com algumas coisas que me entusiasmaram ultimamente. Para já fica o absoluto destaque a um álbum que me tem enchido as medidas, e que foi a banda sonora da minha manhã dedicada à jardinagem. Sim, entrei no fabuloso mundo do grow your own food!
Fica o belíssimo video da Summer Holiday, em honra das ditas que já se foram, e este ano nem souberam a quase nada...
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23:55
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
Cinco noites, Cinco concertos
Coisas que a vida me possibilita, estando pertinho de Londres, e recebendo visitas frequentes de amigas (pandas):
Broken Bells @ Royal Festival Hall (21.06.10) - para mim foi memorável. São sete músicos em palco, um profissionalismo inquestionável, e com um surpreendente James Mercer (ele consegue todas as variações de voz que se ouve em disco, incluindo o falsete-maravilha) e com um Danger Mouse hiper concentrado, mas mesmo assim a transbordar de pinta. Não há imagens do concerto no youtube, mas fica este video onde a dupla aparece em formato astronauta (ou neste link, numa versão mais simples)
Charlotte Gainsbourg @ Sheperds Bush Empire (22.06.10) - Tão bem que esteve a menina que tinha medo de dar concertos. No início, o som estava péssimo, mas depois lá se compôs, e lá cantou a Charlotte, tímida mas simpática. Neste video, ela canta uma música do papá.
Tune Yards @ London Scala (23.06.10) - não conhecia nada nada disto, mas confiei na palavra de amigos que juravam a pés juntos que isto era espectacular. E pois foi, abençoados amigos. Neste video (não há nenhum do concerto) tem-se uma ideia das possibilidades da voz desta senhora. Mas junte-se a isto mais 3 elementos da banda (percussão e guitarra) e resulta numa energia incrível, uma festarola de início ao fim.
The Strange Boys @ Borderline (24.06.10) - gosto tanto tanto destes rapazes. Que belo concerto! Um espaço minúsculo mas lendário de Londres (tocaram lá bandas como os R.E.M, Pearl Jam, Pulp... etc, quando eram pequenininhos) a abarrotar de gente que tudo o que queria da vida era dançar e pular ao som deste rock moderno mas nostálgico, a lembrar noites de farra e manhãs de ressaca, mas que fazem tão bem à alma! Eles vão estar em Portugal e eu recomendo tanto!!! (à conversa com o vocalista no final, ele confessou que Portugal era o sítio preferido deles na Europa..). À falta de videos do concerto (não acredito que saíssem bem, com tanto suor e bailarico) fica a 'Be Brave' - o super conseguido single do segundo álbum (sim, porque eles são bebés mas já têm 2 álbuns!)
Dirty Projectors @ Barbican (25.06.10) - mais outro concerto sem videos no youtube. Parece-me que a malta prefere desfrutar dos concertos do que filmar. Este foi um concerto absolutamente fora do comum: a primeira parte foi a apresentação de uma... como eles chamam 'glitch opera' (sabe-se lá o que é isto), que aparentemente foi escrita pelo Dave Longstreth quando tinha 21 anos. Conseguiram empreende-la com o nome de The Getty Address, com a ajuda de uma orquestra chamada 'Alarm will sound'. Musicalmente, o experimentalismo foi muito interessante, falhou, na minha opinião, a forma como a história tocada foi contada, ou seja, era difícil perceber o enredo de uma opereta sem qualquer apoio visual ou sinopse prévia. Temos as folhas de sala, com a explicação, mas confesso que ainda não li tudo. A segunda parte, essa sim, foi um normalíssimo concerto onde a sala (previamente disposta para orquestra) até ficou grande demais. Mas a banda esteve belíssima. Deixaram o recado de um novo álbum a sair esta semana. Avisado assim em cima da hora. Desconfio que é este EP em colaboração com a Bjork. Fica o video de uma das minhas preferidas do último álbum.
Broken Bells @ Royal Festival Hall (21.06.10) - para mim foi memorável. São sete músicos em palco, um profissionalismo inquestionável, e com um surpreendente James Mercer (ele consegue todas as variações de voz que se ouve em disco, incluindo o falsete-maravilha) e com um Danger Mouse hiper concentrado, mas mesmo assim a transbordar de pinta. Não há imagens do concerto no youtube, mas fica este video onde a dupla aparece em formato astronauta (ou neste link, numa versão mais simples)
Charlotte Gainsbourg @ Sheperds Bush Empire (22.06.10) - Tão bem que esteve a menina que tinha medo de dar concertos. No início, o som estava péssimo, mas depois lá se compôs, e lá cantou a Charlotte, tímida mas simpática. Neste video, ela canta uma música do papá.
Tune Yards @ London Scala (23.06.10) - não conhecia nada nada disto, mas confiei na palavra de amigos que juravam a pés juntos que isto era espectacular. E pois foi, abençoados amigos. Neste video (não há nenhum do concerto) tem-se uma ideia das possibilidades da voz desta senhora. Mas junte-se a isto mais 3 elementos da banda (percussão e guitarra) e resulta numa energia incrível, uma festarola de início ao fim.
The Strange Boys @ Borderline (24.06.10) - gosto tanto tanto destes rapazes. Que belo concerto! Um espaço minúsculo mas lendário de Londres (tocaram lá bandas como os R.E.M, Pearl Jam, Pulp... etc, quando eram pequenininhos) a abarrotar de gente que tudo o que queria da vida era dançar e pular ao som deste rock moderno mas nostálgico, a lembrar noites de farra e manhãs de ressaca, mas que fazem tão bem à alma! Eles vão estar em Portugal e eu recomendo tanto!!! (à conversa com o vocalista no final, ele confessou que Portugal era o sítio preferido deles na Europa..). À falta de videos do concerto (não acredito que saíssem bem, com tanto suor e bailarico) fica a 'Be Brave' - o super conseguido single do segundo álbum (sim, porque eles são bebés mas já têm 2 álbuns!)
Dirty Projectors @ Barbican (25.06.10) - mais outro concerto sem videos no youtube. Parece-me que a malta prefere desfrutar dos concertos do que filmar. Este foi um concerto absolutamente fora do comum: a primeira parte foi a apresentação de uma... como eles chamam 'glitch opera' (sabe-se lá o que é isto), que aparentemente foi escrita pelo Dave Longstreth quando tinha 21 anos. Conseguiram empreende-la com o nome de The Getty Address, com a ajuda de uma orquestra chamada 'Alarm will sound'. Musicalmente, o experimentalismo foi muito interessante, falhou, na minha opinião, a forma como a história tocada foi contada, ou seja, era difícil perceber o enredo de uma opereta sem qualquer apoio visual ou sinopse prévia. Temos as folhas de sala, com a explicação, mas confesso que ainda não li tudo. A segunda parte, essa sim, foi um normalíssimo concerto onde a sala (previamente disposta para orquestra) até ficou grande demais. Mas a banda esteve belíssima. Deixaram o recado de um novo álbum a sair esta semana. Avisado assim em cima da hora. Desconfio que é este EP em colaboração com a Bjork. Fica o video de uma das minhas preferidas do último álbum.
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23:41
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sábado, 12 de junho de 2010
Ir ao hipermercado afinal é fixe (II)
Mais 2 músicas novas!!!
'We used to wait'
'Roccoco'
'We used to wait'
'Roccoco'
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18:42
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ai que boas notícias,
musiquinha
Ir ao hipermercado afinal é fixe
Em Montréal pode acontecer de ires um dia ao hipermercado, e quando voltas para o parque de estacionamento, para carregar o carro com as compras, deparas-te com um concerto surpresa dos Arcade Fire. A banda lançou a pista no próprio dia do concerto (9 de Junho), através do site. A malta tinha de fazer o download de um mp3 ou video, e ir ouvindo as pistas até descobrir o local onde iam tocar. Na infelicidade de não estar lá, encontrei estes videos que mostram como foi o concerto. Estas músicas 'Modern Man' e 'Ready to Start', são do álbum novo, presumo, e ouviram-se pela primeira vez ali. (As meninas violinistas não tocam nestas músicas mas noutros videos aparecem. Por isso lá se vai o rumor que a banda tinha mandado as violinistas à fava)
Ver a reportagem do concerto-surpresa aqui:
Ver a reportagem do concerto-surpresa aqui:
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11:20
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
Em jeito de Facebook
Aqui ficam duas dicas que tenho apontadas para postar aqui no Blog. São tantos os papelitos com notas... só devagarinho é que me posso livrar deles...
Impressão minha, ou a música nova dos Chemical Brothers é muito fixe? (fixe foi o melhor que me saiu assim logo de manhã). Ou estarei já influenciada pelo espírito veraneante e pré-festivaleiro que aí anda?
The Chemical Brothers / Swoon
SoundTown (EMI Music Japan) | Vídeos musicales MySpace
Já agora, na minha opinião, uma das melhores músicas do 'Heligoland', o mais recente dos Massive Attack, num video estranho e algo desconcertante, mas muito bonito.
Impressão minha, ou a música nova dos Chemical Brothers é muito fixe? (fixe foi o melhor que me saiu assim logo de manhã). Ou estarei já influenciada pelo espírito veraneante e pré-festivaleiro que aí anda?
The Chemical Brothers / Swoon
SoundTown (EMI Music Japan) | Vídeos musicales MySpace
Já agora, na minha opinião, uma das melhores músicas do 'Heligoland', o mais recente dos Massive Attack, num video estranho e algo desconcertante, mas muito bonito.
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Hawaiian PinUp Girl
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09:11
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
Suburbs/Month of May

Cá está para OUVIR e contemplar... a artwork do disco e as 2 músicas novas dos Arcade Fire.
E um recado da banda: o novo álbum já está disponível por encomenda no site deles, chama-se "The Suburbs" e sai dia 2 ou 3 de Agosto!

E um recado da banda: o novo álbum já está disponível por encomenda no site deles, chama-se "The Suburbs" e sai dia 2 ou 3 de Agosto!

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12:05
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terça-feira, 25 de maio de 2010
James e Joanna
Últimos concertos que tive a sorte de ver:
LCD Soundsystem + YACHT @Brixton Academy, Londres, 24/04/10
O meu conceito de diversão é isto mesmo: um concerto espectacular, onde dancei mais do que em 10 aulas de aeróbica, numa sala de espectáculos(*) fantástica, e acompanhada de malta que foi exactamente para o mesmo. Ora aí está.Com os YACHT a abrir, já se antevia uma noite de farra, já que eles deram concerto digno de banda principal. Foi a segunda vez que os vi (a primeira foi num improvável domingo à noite na Via Latina, para umas 30 pessoas) e voltei a achar que eles eram fantásticos.
Nesse sábado, o sr. James Murphy saiu na capa do suplemento cultural do Guardian com uma entrevista que deu gosto ler, em especial a parte em que ele diz tudo: "I see this band as pure evidence that having a decent idea is more important than being talented". À noite, foi um festão, muitas músicas do álbum novo e mais ainda das antigas, com direito a balões e tudo, como este momento aqui filmado por alguém que ficou no balcão. Só com este video consegui ver a banda a ir embora, depois de fecharem com a New York I love you..., já que a criançada estava tão animada com os balões, que só quando parámos de brincar é que demos conta que já a banda tinha desaparecido.
(*) (o meu blog ainda não aceita o novo acordo ortográfico)
Joanna Newsom @ Royal Festival Hall, 12/05/10
Mas que raio é que a mãe desta menina lhe deu para comer em pequena, que ela além de lindíssima, tem uma voz vinda do céu, e toca harpa como um anjo (na verdade nunca conheci nenhum anjo, mas faz parte do imaginário popular). Apesar de neste concerto ter ficado num lugar péssimo, onde apenas dava para ver a rapariga em tamanho microscópico, o Royal Festival Hall tem a vantagem de ter uma acústica maravilhosa, arrisco dizer que é a melhor sala onde já estive em termos de som. Por isso, apesar de pequenina, de não lhe ver as tranças nem o estampado do vestido, parece que ela me cantou ao ouvido, e por quase duas horas. Acredito fortemente que, se existe um Céu, no sentido bíblico do termo, os discos da Joanna Newsom passam várias vezes e em loop nas colunas das ruas desse sítio.
Aqui fica a ida dela à BBC uns dias antes, e onde se pode ver muito melhor a menina-diva e a sua harpa de perto.
LCD Soundsystem + YACHT @Brixton Academy, Londres, 24/04/10
O meu conceito de diversão é isto mesmo: um concerto espectacular, onde dancei mais do que em 10 aulas de aeróbica, numa sala de espectáculos(*) fantástica, e acompanhada de malta que foi exactamente para o mesmo. Ora aí está.Com os YACHT a abrir, já se antevia uma noite de farra, já que eles deram concerto digno de banda principal. Foi a segunda vez que os vi (a primeira foi num improvável domingo à noite na Via Latina, para umas 30 pessoas) e voltei a achar que eles eram fantásticos.
Nesse sábado, o sr. James Murphy saiu na capa do suplemento cultural do Guardian com uma entrevista que deu gosto ler, em especial a parte em que ele diz tudo: "I see this band as pure evidence that having a decent idea is more important than being talented". À noite, foi um festão, muitas músicas do álbum novo e mais ainda das antigas, com direito a balões e tudo, como este momento aqui filmado por alguém que ficou no balcão. Só com este video consegui ver a banda a ir embora, depois de fecharem com a New York I love you..., já que a criançada estava tão animada com os balões, que só quando parámos de brincar é que demos conta que já a banda tinha desaparecido.
(*) (o meu blog ainda não aceita o novo acordo ortográfico)
Joanna Newsom @ Royal Festival Hall, 12/05/10
Mas que raio é que a mãe desta menina lhe deu para comer em pequena, que ela além de lindíssima, tem uma voz vinda do céu, e toca harpa como um anjo (na verdade nunca conheci nenhum anjo, mas faz parte do imaginário popular). Apesar de neste concerto ter ficado num lugar péssimo, onde apenas dava para ver a rapariga em tamanho microscópico, o Royal Festival Hall tem a vantagem de ter uma acústica maravilhosa, arrisco dizer que é a melhor sala onde já estive em termos de som. Por isso, apesar de pequenina, de não lhe ver as tranças nem o estampado do vestido, parece que ela me cantou ao ouvido, e por quase duas horas. Acredito fortemente que, se existe um Céu, no sentido bíblico do termo, os discos da Joanna Newsom passam várias vezes e em loop nas colunas das ruas desse sítio.
Aqui fica a ida dela à BBC uns dias antes, e onde se pode ver muito melhor a menina-diva e a sua harpa de perto.
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19:54
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domingo, 16 de maio de 2010
Arcade Fire fans, you've got mail!


As primeiras notícias sobre o novo álbum dos Arcade Fire chegaram por postal!
1 de Junho sai um vinil chamado Suburbs/Month of May. Esperemos então pelo resto!
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14:38
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terça-feira, 4 de maio de 2010
Lobos, campaínhas e a Ruc do meu coração
3 apontamentos de requintada fineza e extremo gáudio:
Os Wolf Parade, que vão lançar novo álbum (Expo 86) não tarda nada, já têm 2 músicas disponíveis para a espreitadela, ou escutadela. Estou a escrever isto e a ouvir pela primeira vez. Ainda estou a degustar. Confesso que a primeira música, Ghost Pressure, me assustou um bocadinho, soando-me a um pop estranho (entranhará?), mas a segunda What did my lover say uuffff, boa como se esperava!

Os Broken Bells tiveram uma ideia espectacular: em troca de umas bolachas usaram um grupo de putos como focus group de escuta do grande álbum que lançaram há um mês e pouco. O resultado está em video, aqui, e digo-vos já, há muitos críticos de música que são uns ursinhos carinhosos perto destas crianças!
A Ruc - Rádio Universidade de Coimbra, uma das mães que me criou nesta vida, que me deu grande parte dos meus melhores amigos, e que me fez apaixonar por essa coisa que é 'fazer rádio', recuperou o Palco 2 da Queima das Fitas de Coimbra. São só 4 das noites, mas pelo menos vai ouvir-se música boa! Voltamos a ter esperança, pessoas que não gostam de Shakira e Riahnna, respiramos de alívio, garotada da roupa esquisita e dos discos de tiragem mais reduzida, vamos ser felizes outra vez, malta!!!
E vamos poder ver (ide, vós, que eu estou longe...) o senhor El Guincho!
Os Wolf Parade, que vão lançar novo álbum (Expo 86) não tarda nada, já têm 2 músicas disponíveis para a espreitadela, ou escutadela. Estou a escrever isto e a ouvir pela primeira vez. Ainda estou a degustar. Confesso que a primeira música, Ghost Pressure, me assustou um bocadinho, soando-me a um pop estranho (entranhará?), mas a segunda What did my lover say uuffff, boa como se esperava!

Os Broken Bells tiveram uma ideia espectacular: em troca de umas bolachas usaram um grupo de putos como focus group de escuta do grande álbum que lançaram há um mês e pouco. O resultado está em video, aqui, e digo-vos já, há muitos críticos de música que são uns ursinhos carinhosos perto destas crianças!
A Ruc - Rádio Universidade de Coimbra, uma das mães que me criou nesta vida, que me deu grande parte dos meus melhores amigos, e que me fez apaixonar por essa coisa que é 'fazer rádio', recuperou o Palco 2 da Queima das Fitas de Coimbra. São só 4 das noites, mas pelo menos vai ouvir-se música boa! Voltamos a ter esperança, pessoas que não gostam de Shakira e Riahnna, respiramos de alívio, garotada da roupa esquisita e dos discos de tiragem mais reduzida, vamos ser felizes outra vez, malta!!!
E vamos poder ver (ide, vós, que eu estou longe...) o senhor El Guincho!
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Hawaiian PinUp Girl
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22:47
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Bristol, Banksy e os Efterklang
Adoro Bristol porque:
1) não é muito grande, mas tem personalidade de cidade grande
2) é lindíssima
3) criou os Massive Attack, os Portishead (de Portishead, lá perto), o Tricky, o Roni Size, etc
4) está cheia de altos e baixos e cantos incríveis
5) as pessoas têm boa cara, e todas têm ar de pertencerem a bandas
6) há mil e um 'venues' e há sempre concertos excelentes
7) tem imensas minúsculas lojas de discos
8) caminha-se pelas ruas e dá-se de caras com Banksys verdadeiros, intactos, porque em Bristol respeita-se a streetart (vi pela primeira vez, ao vivo e inesperadamente 2)
10) cheira-me que é o pedaço de Great Britain no qual deve dar um orgulho imenso viver
Ontem fui lá ver os Efterklang. Vindos da remota Dinamarca, deram um concerto épico, super envolvente e 'up lifting', numa sala a abarrotar de pessoas que adoravam a banda. Convocada para tocar com eles na formação estava a menina Heather Woods Broderick, que tem uma voz de arrepiar. Os Slaraffenland fizeram a primeira parte e também impressionaram ao vivo.
1) não é muito grande, mas tem personalidade de cidade grande
2) é lindíssima
3) criou os Massive Attack, os Portishead (de Portishead, lá perto), o Tricky, o Roni Size, etc
4) está cheia de altos e baixos e cantos incríveis
5) as pessoas têm boa cara, e todas têm ar de pertencerem a bandas
6) há mil e um 'venues' e há sempre concertos excelentes
7) tem imensas minúsculas lojas de discos
8) caminha-se pelas ruas e dá-se de caras com Banksys verdadeiros, intactos, porque em Bristol respeita-se a streetart (vi pela primeira vez, ao vivo e inesperadamente 2)
10) cheira-me que é o pedaço de Great Britain no qual deve dar um orgulho imenso viver
Ontem fui lá ver os Efterklang. Vindos da remota Dinamarca, deram um concerto épico, super envolvente e 'up lifting', numa sala a abarrotar de pessoas que adoravam a banda. Convocada para tocar com eles na formação estava a menina Heather Woods Broderick, que tem uma voz de arrepiar. Os Slaraffenland fizeram a primeira parte e também impressionaram ao vivo.
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23:53
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sábado, 3 de abril de 2010
Em Janeiro, Fevereiro, Março (e Abril), concertos mil!
She Keeps Bees (12/02/10 @ Cardiff Arts Institute) - Num dos meus sítios preferidos em Cardiff (que acho que um dia terei de fazer um post só sobre este sítio) acontecem amiúde concertos à borla, de bandas locais e não só. Os She Keeps Bees são uma dupla de Brooklyn, NY, e ela tem a voz que é uma mistura de Cat Power com Jefferson Airplane e é fabulosa. A música anda à volta do blues com rock dos 90 e coisas mais folk. Resulta muito bem.
Vampire Weekend (14/02/10 @ HMV Picture House, Edinburgh) - No dia dos namorados, nada melhor do que rentabilizar o passeio à Escócia e combater a piroseira do dia com o concerto dos Vampire Weekend, na tour de apresentação do novo álbum Contra. O concerto foi absolutamente divertido, uma hora e meia de pândega. O momento alto, esse, foi a meia luz, vermelha, ao som da Stand by Me, versão música-de-elevador, e com o Ezra a sussurrar conselhos de amor, para os solitários ou para os bem-acompanhados. Fica aqui o único registo que encontrei no youtube deste belo momento que nos foi certeiro ao coração!
Hjaltalín + Dry the River (09/03/10 @ Norwegian Church, Cardiff) - Esta banda vem da Islândia e tem um nome impronunciável. O concerto deles foi muito interessante, em especial a conjugação de guitarra/baixo/bateria com violino e uma espécie de oboé, que acabam por misturar rock/folk com música de câmara. A banda de abertura, os Dry the River, foram excepcionais. Têm apenas um home-made EP que por umas míseras 3£ já cá está na prateleira dos discos. Melhor de tudo, mas o melhor assim a milhas, foi o local onde tudo se passou: uma antiga igreja construída na baía de Cardiff para os pescadores noruegueses que por cá passavam. Agora é um bar e sala de eventos. Muito provavelmente um dos melhores sítios onde já vi um concerto.
The Hidden Cameras (22/03/10 @The Gate, Cardiff) - Os Hidden Cameras são tão bons, que não mereciam a falta de profissionalismo desta sala de espectáculos que, tendo apenas arranjado condições para o check-sound tarde e a más horas, cortou abruptamente o som durante a última música do concerto, uma vez que só tinham licença de ruído até às 11 da noite. Culpa da organização, quem sofreu foi a banda, que mesmo sem amplificação tocou a música até ao fim, como bons profissionais que são, e o público, que teve que levar com a desorganização toda do evento. Daquilo que tocaram, foi fantástico. No final, estivemos à conversa com o vocalista e compositor Joel Gibb, que disse que gostava mesmo era de ir tocar a Portugal.
Neste dia não se ouviu esta, que é o grande single do novo álbum:
Owen Pallett (25/03/10 @ Millenium Hall, Cardiff) - Cada vez mais admiro este senhor. O álbum novo dele Heartland anda colado aos meus ouvidos, em especial esta. Não me canso. O concerto foi pura hipnose, do início ao fim. Um dos momentos altos: a divertida versão da Fantasy, da Mariah Carey, com um elogio aos peitos da senhora. (Um momento escolhido a dedo para a Carlinha Pandinha, que me veio visitar ao reino, e esteve comigo neste concerto). Ora vejam aqui:
Vampire Weekend (14/02/10 @ HMV Picture House, Edinburgh) - No dia dos namorados, nada melhor do que rentabilizar o passeio à Escócia e combater a piroseira do dia com o concerto dos Vampire Weekend, na tour de apresentação do novo álbum Contra. O concerto foi absolutamente divertido, uma hora e meia de pândega. O momento alto, esse, foi a meia luz, vermelha, ao som da Stand by Me, versão música-de-elevador, e com o Ezra a sussurrar conselhos de amor, para os solitários ou para os bem-acompanhados. Fica aqui o único registo que encontrei no youtube deste belo momento que nos foi certeiro ao coração!
Hjaltalín + Dry the River (09/03/10 @ Norwegian Church, Cardiff) - Esta banda vem da Islândia e tem um nome impronunciável. O concerto deles foi muito interessante, em especial a conjugação de guitarra/baixo/bateria com violino e uma espécie de oboé, que acabam por misturar rock/folk com música de câmara. A banda de abertura, os Dry the River, foram excepcionais. Têm apenas um home-made EP que por umas míseras 3£ já cá está na prateleira dos discos. Melhor de tudo, mas o melhor assim a milhas, foi o local onde tudo se passou: uma antiga igreja construída na baía de Cardiff para os pescadores noruegueses que por cá passavam. Agora é um bar e sala de eventos. Muito provavelmente um dos melhores sítios onde já vi um concerto.
The Hidden Cameras (22/03/10 @The Gate, Cardiff) - Os Hidden Cameras são tão bons, que não mereciam a falta de profissionalismo desta sala de espectáculos que, tendo apenas arranjado condições para o check-sound tarde e a más horas, cortou abruptamente o som durante a última música do concerto, uma vez que só tinham licença de ruído até às 11 da noite. Culpa da organização, quem sofreu foi a banda, que mesmo sem amplificação tocou a música até ao fim, como bons profissionais que são, e o público, que teve que levar com a desorganização toda do evento. Daquilo que tocaram, foi fantástico. No final, estivemos à conversa com o vocalista e compositor Joel Gibb, que disse que gostava mesmo era de ir tocar a Portugal.
Neste dia não se ouviu esta, que é o grande single do novo álbum:
Owen Pallett (25/03/10 @ Millenium Hall, Cardiff) - Cada vez mais admiro este senhor. O álbum novo dele Heartland anda colado aos meus ouvidos, em especial esta. Não me canso. O concerto foi pura hipnose, do início ao fim. Um dos momentos altos: a divertida versão da Fantasy, da Mariah Carey, com um elogio aos peitos da senhora. (Um momento escolhido a dedo para a Carlinha Pandinha, que me veio visitar ao reino, e esteve comigo neste concerto). Ora vejam aqui:
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Hawaiian PinUp Girl
às
13:08
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Blur - No Distance Left to Run (2010)

Já estava para escrever sobre este filme há muito, mas só agora é que consegui. Este foi um dos muitos presentinhos deixados pela BBC no maravilhoso iPlayer há umas semanas. No distance left to run é um filme-documentário sobre os Blur, como todas as grandes bandas merecem ter. É um belíssimo documento, muito bem realizado, onde a própria banda conta a sua história, e com eles toda a história do britpop que, convenhamos, sem os Blur não faria sentido. Este documentário é essencial para perceber o panorama da música nos anos 90, mesmo para quem não é fã, ou que é só mais ou menos.
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Hawaiian PinUp Girl
às
23:16
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segunda-feira, 15 de março de 2010
O meu espectacular fim-de-semana em Londres
Vou sempre que posso à capital do reino, fazer a minha lavagem cultural. Nem gesso nem uma monumental constipação me pararam a pândega!
Fui ver o David Sedaris ao Leicester Theatre, ler pedaços do seu novo livro. Um escritor de um grande humor auto-biográfico e auto-depreciativo. Aquele tipo de gajo que acho que seria meu amigo se nos conhecêssemos pessoalmente.

Fui ao Barbicane Centre ver o filme novo do street-artist Banksy chamado Exit through the gift shop. Um documentário sobre street-art e como um artista se faz com um grande golpe de marketing e uma lata do caraças.
Antes do filme, uma olhadela pela curiosa exposição do designer e arquitecto Ron Arad onde, no meio dos bizarríssimos mas fantásticos móveis desenhados por ele podíamos jogar ping-pong nesta mesa cheia de pinta.

E fiquei de barriga cheia ao ir à Roundhouse ver um concertão dos Grizzly Bear com a primeira parte dos Beach House, tendo as duas bandas tocado ainda dois temas em conjunto. Fica o video da Two Weeks, que neste video captado por algum anónimo, o som até ficou razoável.
Fui ver o David Sedaris ao Leicester Theatre, ler pedaços do seu novo livro. Um escritor de um grande humor auto-biográfico e auto-depreciativo. Aquele tipo de gajo que acho que seria meu amigo se nos conhecêssemos pessoalmente.

Fui ao Barbicane Centre ver o filme novo do street-artist Banksy chamado Exit through the gift shop. Um documentário sobre street-art e como um artista se faz com um grande golpe de marketing e uma lata do caraças.
Antes do filme, uma olhadela pela curiosa exposição do designer e arquitecto Ron Arad onde, no meio dos bizarríssimos mas fantásticos móveis desenhados por ele podíamos jogar ping-pong nesta mesa cheia de pinta.

E fiquei de barriga cheia ao ir à Roundhouse ver um concertão dos Grizzly Bear com a primeira parte dos Beach House, tendo as duas bandas tocado ainda dois temas em conjunto. Fica o video da Two Weeks, que neste video captado por algum anónimo, o som até ficou razoável.
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Hawaiian PinUp Girl
às
23:09
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sexta-feira, 12 de março de 2010
The Strange Boys
É só carregar e ouvir uma das bandas que mais me tem animado os dias!
Be Brave!!!
Be Brave!!!
genialmente observado por
Hawaiian PinUp Girl
às
18:06
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terça-feira, 9 de março de 2010
Como se entregam prémios no Canadá, ou o que fazer com a filarmónica lá da terra
(antigo mas sabe sempre bem)
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Hawaiian PinUp Girl
às
13:45
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