Mostrando postagens com marcador é a vida.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador é a vida.... Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Para a posteridade

terça-feira, 5 de julho de 2011

Ausência

O facto de não deixar aqui nada desde Janeiro justifica-se com uma enorme falta de tempo, que é quase todo preenchido ao computador, a trabalhar. Logo, a última coisa que me apetece nos bocadinhos livres é estar ao computador. Acho que é um sinal saudável! É ou não é?
Mas vou tentar continuar a deixar aqui umas dicas ou coisas que gosto, para aqueles (dois, no máximo) que me têm em RSS feed. Sim, porque os outros (3 no máximo) já nem se devem lembrar que este cantinho existe!

Assim de repente, ficam 2 filmes interessantes que vi nos últimos tempos, no Chapter, aqui em Cardiff, que passa filmes menos comerciais.

Potiche (2010) de François Ozon




A Screaming Man (2010) - de Mahamat-Saleh Haroun

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Pelo amor de...

Devo ser a única pessoa no mundo que é alérgica às pantufas.


(a estas, especificamente... e são novinhas!!!!)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O momento burocrático

Todos os anos, há um particular momento que parece que tudo o que é vicissitude burocrática se junta, e de repente há uma série de papelada, prazos, emails, telefonemas e formulários para resolver. É incrivel e nunca consigo perceber porque é que tudo tem de ser tratado na mesma altura. São dias em que me dá um nervoso miudinho no estômago e até me dá para acordar antes da hora, só pelo simples facto de haver algo pendente. É chato, arrasta-se, nunca sei onde estão as passwords, ou a quem é que pergunto aquela coisa, e à minha volta o espaço fica povoado de post-its. Este ano, para tornar as coisas ainda mais difíceis, qual equilibrista de circo que carrega uma pilha de pratos na cabeça enquanto caminha pela corda, estou a viver o meu momento burocrático a uns valentes quilómetros de distância, noutro país. Hmmpf.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Fear and Loathing in Scotland

Na gélida manhã de 13 de Fevereiro de 1692, trinta e oito homens do clã MacDonald foram assassinados por convidados a quem ofereceram comida e tecto na noite anterior. Quarenta mulheres e crianças acabaram por morrer ao frio na neve, depois de todas as casas terem sido queimadas. O massacre de Glencoe ocorreu porque o clã ofereceu resistência em aceitar o Rei de Inglaterra como seu soberano.


No nosso passeio à Escócia, no meio das Highlands, parámos para contemplar as Three Sisters, as três montanhas que protegem o glen, ou vale onde este massacre aconteceu. Foi de manhã cedo, no dia 15 de Fevereiro de 2010. O tempo estava agreste, em pouco tempo começou a nevar. Tudo indica que noutra vida eu tive algo a ver com esta matança. Depois de ter estado a tirar fotografias e a tentar visualizar o que a história destinou a este lugar, escorreguei, caí e apoiei-me muito mal com o pulso esquerdo. Basicamente consegui pôr os ossos que ligam a mão ao pulso um em cima do outro, como o médico explicou, e dei a mim mesma a dor mais aguda que alguma vez senti.
Dizem os escoceses que os fantasmas dos MacDonald ainda por aqui andam.

Agora a parte gira
, das drogas e do delírio!

Fui atendida no Hospital de Fort William, a cerca de meia hora do local da ocorrência. Enfermeiros e médicos fantásticos, zero minutos de espera, um cuidado espectacular. Logo a abrir, deram-me uma máscara para ir respirando, que vim a saber que era éter. Aliviou de imediato a dor, mas não o suficiente para deixar de senti-la, o que me deu uma gana incrível de sorver a botija toda. Deixei de sentir o corpo, excepto o pulso. Então, com a minha cabeça cheia de éter, decidi arrancar o meu braço esquerdo e atirá-lo para longe. Ele ficou a pairar no ar. De vez em quando chegava-se a mim, mas eu engolia mais uma golpada de gás e zás! lá voltava o meu braço para o tecto. Quando tive consciência que estava a imaginar o meu braço a flutuar, parti-me a rir, mesmo, à gargalhada. Estava sozinha na salinha, deitada numa maca e com um catéter no braço direito. Com as minhas gargalhadas, veio a enfermeira Liz.
Das 13:00 até às 16:30, hora a que fui operada, foi um festival de painkillers: morfina e mais uma coisa qualquer que nem me lembro pelo catéter acima, deixaram-me a falar pelos cotovelos, intercalando momentos de choro ou riso, enchendo-me de preocupações parvas que ia dizendo à Helga, coitada, também ela com as férias estragadas.
Há fotos destes momentos, dos meus olhos vermelhos, do pulso torto, os dedos cheios de lama etc. Coisas giras para mostrar aos netos.
A anestesia geral fez-me eclipsar umas horas do meu dia. Uma sensação estranhíssima como se não tivesse vivido essas horas. Acordei. Um enfermeiro olhou para mim e disse: Scotland. Olhei para o meu pulso perfeitamente engessado. A mão e as unhas perfeitamente limpas.

Quanto ao inferno que tem sido a minha vida sem um braço activo... fica para outro post. Uma das dificuldades é mesmo teclar. Uma das mil.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Bored to Death


Se eu fosse uma estrela de Hollywood em ascensão, escolhia ser o Jason Schwarztman.
Recomendo vivamente esta série, que só tendo 8 episódios, anda assim em jeito de filme muito fixe que demora mais do que o costume.

N.B.: escrevo isto, agora, feliz da vida, depois de passar as ultimas 7 quase 8 horas agarrada ao computador, a tentar matar 139 (sim, não é um número hiperbolizado) vírus, spywares e trojans do meu PC. Valha-me um mecânico de serviço, ou devo dizer cirurgião, que fez tele-medicina entre Lisboa e Cardiff. O meu estômago voltou ao sítio, depois de ter passado tantas horas no lugar do rim direito. Com os nervos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Diz o roto ao descamisado

Esta manhã, quando estava a andar de bicicleta, uma velhinha disse-me para endireitar as costas.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Dias da tv

Desde há uns tempos que se forma no meu estômago uma azia enorme, quando chego todos os dias ao trabalho e vejo no lcd da entrada os programas da manhã dos canais portugueses. Nem me quero dar ao trabalho de pensar no conteúdo desses programas, nem sei de que é que se fala durante manhãs e tardes inteiras, nem me interessa saber qual a terrinha contemplada do dia. O que me tem afectado o estômago é mesmo o infinito tempo de antena que se dá às Jessicas, às Romanas, às Vanessas, aos Vanderleis e o raio, "músicos" de dois acordes e de rimas fáceis e de trocadilhos balofos com palavras tipo "cacete", "apitadelas", ou abordagens mais sócio-antropológicas do género "sou latina, morena orgulhosa, sou latina", ou então letras mais emocionais e psicóticas tipo "ou eu ou ele, escolhe os meus braços ou volta para o teu velho amor". Enfim. Cansa-me , desespera-me. Sei que grande parte desse espólio de artistas surge efectivamente porque estes programas existem. As televisões, aqui, em nada ficam atrás das rádios provincianas que emitem com eco e têm o talho da aldeia como patrocinador do programa mais ouvido. Gosto muito mais dessas rádios, porque pelo menos não enganam ninguém, é aquilo e pronto. Não apregoam valores de qualidade de conteúdos, não citam a excelência nem evocam missão de serviço público.
Esta manhã, depois de uma loira roliça e parola repetir 50 vezes o mesmo refrão, enquanto povo e apresentadores se abanavam freneticamente, o programa mostrou uma reportagem sobre umas termas ali perto. A reportagem era em jeito de postal turístico, mas salvou-me a manhã. De fundo, algum iluminado fez com que se ouvisse a Rebellion (Lies) dos Arcade Fire. Nem achei que aquela música ficasse assim tão bem naquela reportagem, mas percebi que quem a sonorizou também deve andar revoltado, com azia, como eu. No cantinho escuro de uma ilha de montagem, alguém deu o seu grito do ipiranga.

domingo, 12 de julho de 2009

O que fazer quando não se tem nada para fazer

Hubei, China: Stylists trim the hair of a poodle at a pet dogs service shop in WuhanPhotograph: AP

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Qual é a vossa música favorita do Michael Jackson?


Há um milhão de coisas que queria postar aqui, mas a falta de tempo não me tem permitido. No entanto a força das circunstâncias exigem que escreva sobre isto. Morreu o Michael Jackson. Sem nunca ter sido uma fã incondicional, e tendo consciência que ele era bizarro ao ponto de já parecer "meio-morto" há uns anos, reconheço que era um artista do caraças, e que há imensas canções dele que adoro, apesar de nunca as ter tido em cd ou disco. Assim, esta manhã perguntei a todos os que se cruzaram comigo, qual era a música preferida do Rei da Pop. A Billie Jean e a Thriller foram as mais citadas. Também houve um iluminado que disse que de todas preferia a Like a Virgin (!!!). As minhas: ABC (ainda nos Jackson Five), Don't Stop Till You Get Enough, e também a Billie Jean e a Thriller. E a vossa?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Rockers Hi-Fi - Push Push (em modo nostálgico)

Se fizesse um dia uma antologia musical biográfica, esta teria de aparecer a representar um óptimo momento da minha vida. Isso já passou, mas fica a boa onda que a música me deixa, além de ser uma fabulosa malha para começar o dia.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Koniec!


O senhor Vasco Granja foi uma espécie de avôzinho da minha geração dos anos 80. Pôs-nos a ver bonecada que hoje em dia nenhum puto seria capaz de tolerar.
O senhor Vasco Granja, às tantas sem saber, abriu as nossas cabecinhas para formas de expressão artística muito elaboradas, naquilo que terá sido uma via elementar de introdução à arte. Em todas as formas. Obrigada senhor Vasco Granja!



Este era o meu preferido... o Urso Orelhinha, de nome original Miś Uszatek. Quando acabava o episódio, ele deitava-se na sua caminha, dizia "Boa noite!" apagava a luz e ficava todo aconchegadinho na caminha ... que saudades!

( para os melancólicos como eu... ca está)

O vírus de que se fala


Vendo assim até parece bonitinho e inofensivo.

sábado, 2 de maio de 2009

Miroir Noir


Aproveitei-me da foto publicada pelo Boni, para mostrar que também me chegou no passado dia 6 de Abril esta linda prendinha. É o tão esperado "Miroir Noir", o dvd dos Arcade Fire que encomendei ... antes do Natal!!!! Gostei do envelope em plástico lilás, ou lavanda ou violeta, ou roxo clarinho, não sei. O certo é que já se passou quase um mês e eu ainda não vi o dvd. Não sei se por birra, por ter demorado tanto tempo (somos fãns mas não é preciso abusar), ou se foi por terem dito que isto so estaria à venda online e eu ter visto uns quantos numa Fnac em Paris. Vou ver o dvd e sei que vou ficar satisfeita e contente por tê-lo. Mas ai ai ai senhores promotores do mershandise... falamos Arcade Fire e não da Shakira... (com o devido respeito aos fãns da Shakira e à mesma).

terça-feira, 17 de março de 2009

Peixinho Amadou R.I.P.

Tenho um azar enorme com peixinhos dourados. O Amadou estava óptimo ontem pelas 20:00 quando saí para a aula de alemão. Quando voltei, reparei que estava de lado, e assim permanecia, e claro que compreendi que mais cedo ou mais tarde morreria sem que eu pudesse fazer absolutamente nada. Claro que passei a noite toda a sonhar com peixinhos moribundos e aquários sujos. Agora de manhã, o esperado mas sempre doloroso. Deixa sozinha a Mariam. Espero que tenha tido uma boa vida.

terça-feira, 3 de março de 2009

Good Dick

É isso, preciso de filmes. É o meu escaparate em tempos de trabalho árduo. Não posso deixar de reparar que, pelas 3:00 da manhã, quando terminou o filme, os pássaros já chilreavam baixinho. O que é que se passa com estes pássaros de hoje em dia?



O título soa a porno, mas não tem nada de porno. É um filme realizado, escrito e interpretado pela Marianna Palka, e está nomeado em Sundance. Uma bonita história de amor de um rapaz persistente que se apaixona por uma rapariga problemática. Quote: I love you. This fight is over.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Coisas que odeio #2


Adoro Sugus. De paixão. Mas não consigo deixar de ingerir uma quantidade razoável de papel sempre que como um. E isso é deveras irritante.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Birthday Girl

é hoje. 27.

e esta é dedicada a mim mesma.


quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Outfoxed

Mais uma para acrescentar à eficácia do lápis azul da Fox. A guerra na Geórgia de acordo com a tv do império.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

O Micra está doente!

...mas será operado e deve receber alta ainda esta tarde.

(entretanto a dona anda apeada...)