a) o regresso em força da dance que provoca grandes esticadelas
b) o boom das bandas australianas
a primeira alínea deve-se ao facto de ter passado uma estrondosa hora e meia a assistir ao fabuloso concerto dos Chemical Brothers no Sudoeste. Junte-se a esse factor a permanência e a insistência em voltar a ouvir: Daft Punk, Hot Chip, Booka Shade, Simian Mobile Disco, Fisherspooner, Digitalism, Justice, entre outras, e a descobrir Boys Noize, Riot in Belgium, etc.
A segunda tendência deve-se ao aparecimento na minha vidinha de bandas vindas do outro lado do mundo, aka Austrália. E bem boas que elas são! tipo Cut Copy (uma actuação também bem jeitosa na Zambujeira), Midnight Juggernauts, e outras que refiro abaixo.
Assim sendo, consigo explicar esta minha teoria no esquema seguinte:
Desculpem leitores deste blog, não tenho jeitinho nenhum para mexer no Paint (e valeu-me a ajuda do Dexter do laboratório para esta coisa rupestre) . Mas dá para entender. Ora, regressada a "esticadela", e provindas várias surpresas agradáveis da Austrália, devo anunciar a TEORIA DA ESTICADELA AUSTRALIANA.
Assim, ando maravilhada com coisas australianas que me fazem transpirar, e que se vão situar naquela zona do esquema preenchida num verde duvidoso. Destaco em primeiríssimo lugar The Presets, e depois Muscles, outra vez Cut Copy, Pnau.
Senhores, é isto mesmo. Fica só um cheirinho aqui: